Lágrimas e Sorrisos
Odeio-me!
Odeio-me com todas as forças...
Com todas as gotas de sangue que correm dentro de mim
E com todas as lágrimas que correm em minha branca face!
Odeio-me com todas as forças...
Com todas as gotas de sangue que correm dentro de mim
E com todas as lágrimas que correm em minha branca face!
Porque sou assim?
Porque são assim?
Porque me tratam assim?
Porque me tratam assim?
Eu não entendo!
Não sei se quero entender!
Só quero que esta dor passe...
Só quero que o desgosto se vá...
Porquê confiar numa pessoa se nos vais desiludir?
Porquê encontrar sonhos e esperanças para se transformarem em pesadelos?
Não!
Não quero sentir isto!
Não quero sentir nada!
Só quero que o passado volte e que eu o saiba aproveitar.
Tanto tempo passou...
Já não há volta atrás...
Pensei que sim!
Que o meu coração voltasse a sorrir,
Que as lágrimas salgadas dessem lugar a um sorriso doce.
Só quero ser feliz,
Ou pelo menos não ser infeliz.
Ser um simples humano.
Ou talvez especial...
Mas um humano que não sofra.
Porquê estas lagrimas se deitam?
Tenho desejo que parem!
Mas que o sangue corra,
Que a morte venha
E tudo desapareça.
Apenas os amigos fiquem.
Não junto a mim,
Mas por perto de meu negro caixão de morte.
Eu não sei o que fiz!
Não sei o que deixei de fazer!
Para merecer tal sorte...
Para merecer tal dor no coração...
Sinto a garganta fica sem ar,
Sinto o corpo a enfraquecer.
Só com vontade de ir e partir:
Definitivamente!
Para sempre!
Para nunca mais voltar...
Para lá estar:
Junto de meu amo.
Que de mim cuidará.
Só quero ficar junto a ele,
Arder em tal fogo ardente,
Transformar meus pesadelos em cinzas
E meu sonhos em fumos.
Parar de sonhar!
Parar de amar!
Parar de viver!
Ou apenas sobreviver...
Não percebo!
Não sei se quero perceber...
Apenas sei que quero desaparecer.
Para que ninguém sinta minha desilusão com o mundo,
Para que ninguém se preocupe comigo.
Mas porquê esta tristeza?
Porquê esta dor?
Porquê estas lágrimas?
Tenho que ter coragem para enfrentar o mundo.
E os que cá habitam,
E os que cá moram.
Sabendo que são iguais a mim,
Sabendo que me ajudarão,
Sabendo que cada um me amará à sua maneira,
Sabendo que farão secar estas amargas lágrimas
Não sei se quero entender!
Só quero que esta dor passe...
Só quero que o desgosto se vá...
Porquê confiar numa pessoa se nos vais desiludir?
Porquê encontrar sonhos e esperanças para se transformarem em pesadelos?
Não!
Não quero sentir isto!
Não quero sentir nada!
Só quero que o passado volte e que eu o saiba aproveitar.
Tanto tempo passou...
Já não há volta atrás...
Pensei que sim!
Que o meu coração voltasse a sorrir,
Que as lágrimas salgadas dessem lugar a um sorriso doce.
Só quero ser feliz,
Ou pelo menos não ser infeliz.
Ser um simples humano.
Ou talvez especial...
Mas um humano que não sofra.
Porquê estas lagrimas se deitam?
Tenho desejo que parem!
Mas que o sangue corra,
Que a morte venha
E tudo desapareça.
Apenas os amigos fiquem.
Não junto a mim,
Mas por perto de meu negro caixão de morte.
Eu não sei o que fiz!
Não sei o que deixei de fazer!
Para merecer tal sorte...
Para merecer tal dor no coração...
Sinto a garganta fica sem ar,
Sinto o corpo a enfraquecer.
Só com vontade de ir e partir:
Definitivamente!
Para sempre!
Para nunca mais voltar...
Para lá estar:
Junto de meu amo.
Que de mim cuidará.
Só quero ficar junto a ele,
Arder em tal fogo ardente,
Transformar meus pesadelos em cinzas
E meu sonhos em fumos.
Parar de sonhar!
Parar de amar!
Parar de viver!
Ou apenas sobreviver...
Não percebo!
Não sei se quero perceber...
Apenas sei que quero desaparecer.
Para que ninguém sinta minha desilusão com o mundo,
Para que ninguém se preocupe comigo.
Mas porquê esta tristeza?
Porquê esta dor?
Porquê estas lágrimas?
Tenho que ter coragem para enfrentar o mundo.
E os que cá habitam,
E os que cá moram.
Sabendo que são iguais a mim,
Sabendo que me ajudarão,
Sabendo que cada um me amará à sua maneira,
Sabendo que farão secar estas amargas lágrimas
De saudade de um tempo perdido,
De um tempo que não retonará,
De um tempo que foi eterno
De um tempo que foi eterno
Mas já passou.
Porque o presente é agora
Porque o presente é já
E não tenho tempo a perder.
Tenho que lutar!
Tenho que combater!
Tenho que sobreviver!
Não só agora mas para sempre.
Num tempo chamado infinito.
Mas que ninguém alcança.
Só apenas por um bocado que chega para termos sorrisos:
Sorrisos que nos rasgam as almas,
Sorrisos que nos desfazem as mágoas,
Porque o presente é já
E não tenho tempo a perder.
Tenho que lutar!
Tenho que combater!
Tenho que sobreviver!
Não só agora mas para sempre.
Num tempo chamado infinito.
Mas que ninguém alcança.
Só apenas por um bocado que chega para termos sorrisos:
Sorrisos que nos rasgam as almas,
Sorrisos que nos desfazem as mágoas,
Sorrisos que são sorrisos!
Sorrisos que mutilam os desgostos,
Sorrisos que mutilam os desgostos,

2 comentários:
Incrivel, o revés do final , esta no minimo brutal.. continua assim, e cas tens um amigo sempre a apoiar te
********
yap... brutal... a alma torcida e retorcida...
O passado vai mesmo lá atrás... há que lutar pelo presente com um sorriso :)
e cá tens dois amigos sempre a apoiar-te... sempre que precisares.
Beijinho...
Continua a escrever com essa garra. :)
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