segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Slayra retirara a mão dos ombros da filha. Avanço uns passos, não mais do que cinco... Apenas para se poder libertar do que a rodeava. Permaneceram em silêncio. Thirrin perguntava-se porque é que a mãe a guiara até ali, que teria aquele lugar de especial.
-Mãe-chamou baixinho.
Slayra não respondera, o que provocou outro silêncio mas mais pesado. Parecia que alguma coisa grave tinha acontecido.
-Mãe-tornou a chamar.
Mais uma vez a mãe não respondeu, limitou-se a estender a mão e apontar em frente.
Só agora Thirrin se tinha apercebido do local onde se encontrava. Junto à margem de um rio. Mas não parecia um rio normal, era como uma fronteira entre o bem e o mal. Na outra margem do rio não se conseguia distinguir luz alguma, estava tudo escuro, parecia noite. As plantas, algumas, estavam queimadas, outras, já nem tentavam sobreviver... Não havia rasto de animal algum, nem um pequeno insecto que fosse. Aquela margem era arrepiante, parecia que ali não havia vida. Toda aquela escuridão constratava com a margem onde elas se encontravam.
-Como é possível?-perguntava-se Thirrin a si mesmo.-Mãe- voltou ela a chamar uma terceira vez.
A mãe levou o indicador aos lábios em tom de silêncio. Agarrou-lhe o braço e voltaram juntas para a clareira.


Mas afinal o que era aquilo? O que é que a mãe lhe tinha mostrado e porquê? Bem, Frankie, deixaste-me à espera do teu post por isso já sabes...Papoila vais ter que ficar à espera.. =P Beijinhos a todos e comentem.