Nevava...E o rasto de passados estava bem marcado no chão. Dirigiam-se para a velha fábrica abandonada. Leonor,embora um pouco a medo, decidiu aproximar-se. As suas vestes negras e cheias de rendas rastejavam ao leve pela neve da estrada. Quando chegou ao portão do edifício viu que estava entreaberto. Entrou! E foi então que ouviu alguém a chorar. Aproximou-se! E viu que era uma rapariga, não lhe conseguia ver a cara mas pela altura parecia ter a idade dela. Mas ao contrário de si mesma ela trazia uma alva com uma corda em volta das ancas redondas.
Parecia ser uma acólita. Leonor sempre rejeitara este tipo de pessoas, afinal nunca tinham respeitado as suas crenças,porque haveria de se preocupar com elas? Decidiu-se a ir embora, deixaria ali a rapariga. Atravessou todo o
recinto e foi então que reparou que já anoitecera. Era noite de consoada e ainda teria que ir comprar o que a mãe lhe pedira... Olhou o céu negro, tal e qual como ela gostava! E uma estrela cadente passou diante dos seus olhos.
Assim, fechou os olhos para inspirar o ar da noite mas sentiu-se estranha. Sentiu uma enorme vontade ajudar, uma vontade que nunca sentira e foi voltou a entrar. Percorreu todo o átrio da fábrica e dirigiu-se à rapariga!
Estendeu a mão e sorriu-lhe. Era noite de Natal e era noite de se deixar levar pelo seu espírito...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
Mãe e filha estavam abraçadas após a história contada.O verde e o negro das roupas confundiam-se no meio de folhas e sombras trémulas, que também pareciam saber que o rei merecia a sua morte vingada...
Slayra abriu os olhos e acariciou o rosto suave da filha. Thirrin sorriu. Que reação mais poderia ter senão essa após tanto tempo sem um carinho da mãe? Os olhos brilharam e a mãe falou, empurrando-a ao de leve para se poder levantar e puxando-lhe pela mão. Thirrin pensou que aquele era um costume esquesito dos elfos já que Aewyere lhe tinha feito o mesmo.
-Temos que ir! Eles esperam-nos.
E começou a correr como se ainda fosse uma adolescente não uma importante rainha. Thirrin teve que acelerar o passo para não perder a mãe de vista. Atravessaram algumas clareiras e começava-se a sentir cansada quando finalmente chegaram. Viu a mãe dirigir-se, agora num passo lento, a um velho tronco para onde ela própria se dirigiu.
-Anda! Entra!
E só aí Thirrin reparou que a árvore fazia uma espécie de toca tapada por algumas ramagens e alguns arbustos. Entrou! E deparou-se com um espetáculo que nunca pensaria admirar em altura alguma.
(Depois continuo, sem tempo. Desculpem!)
Slayra abriu os olhos e acariciou o rosto suave da filha. Thirrin sorriu. Que reação mais poderia ter senão essa após tanto tempo sem um carinho da mãe? Os olhos brilharam e a mãe falou, empurrando-a ao de leve para se poder levantar e puxando-lhe pela mão. Thirrin pensou que aquele era um costume esquesito dos elfos já que Aewyere lhe tinha feito o mesmo.
-Temos que ir! Eles esperam-nos.
E começou a correr como se ainda fosse uma adolescente não uma importante rainha. Thirrin teve que acelerar o passo para não perder a mãe de vista. Atravessaram algumas clareiras e começava-se a sentir cansada quando finalmente chegaram. Viu a mãe dirigir-se, agora num passo lento, a um velho tronco para onde ela própria se dirigiu.
-Anda! Entra!
E só aí Thirrin reparou que a árvore fazia uma espécie de toca tapada por algumas ramagens e alguns arbustos. Entrou! E deparou-se com um espetáculo que nunca pensaria admirar em altura alguma.
(Depois continuo, sem tempo. Desculpem!)
domingo, 21 de setembro de 2008
Após várias almas caridosas me pedirem tantooooooooooooooo que voltasse a escrever (mas a mim me desse uma preguiça desgraçada xD) aqui está mais uma parte da história. Só espero que gostem porque tal como já referi:é feita com muita preguiça! :P Beijinhos a todos. :)
Os seus passos calcavam as folhas caídas das árvores que por ali se encontravam. Não faziam muito barulho, apenas o suficiente para se saber que ali passava alguém. Ambas estavam em silêncio, tal como quando a mãe decidira mostrar à filha aquilo que iriam ter que ultrapassar. Parecia que tinham feito um pré-acordo para não pensarem sequer mas a curiosidade de Thirrin nunca cumpriria esse acordo:
-Mãe...-calou-se,não sabia como abordar o assunto mas finalmente as palavras surgiram-lhe entre os lábios finos-foi por causa disto que o pai morreu?
Slayra parecia já esperar essa pergunta pelo que teve resposta imediata:
-Sim, Thirrin. Parece que chegou a altura de te contar a história de Alariya.
Procurou um terreno macio onde se sentar, afastou as folhas com o braço e, sentando-se, deu duas palmadinhas no chão ao seu lado como se mandasse a filha fazer o mesmo. Thirrin obedeceu esperando a resposta da mão. A sua curiosidade era tanto que nem sequer falava, não queria retardar a história que iria ouvir e assim ela começou:
-Há cerca de 2 séculos, na altura que o teu pai nasceu, uma senhora poderosa teve uma visão. Que esta terra iria ser destruída por alguém igualmente poderoso, alguém muito chegado ao rei. Nunca soubemos quem seria mas sempre calculamos que fosse Sorttys, o irmão mais novo do teu pai, pois apenas tinham poucos minutos de nascença entre eles o que o fez perder o direito directo ao trono. Assim os tempos passaram e sempre estivemos atentos ao seu comportamento mas nada faria prever que seria ele a destruir o nosso mundo. Um século e meio mais tarde, Diablo, o antigo ministro, morreu devido a uma febre surpreendente. Tivemos que o substituir é claro... Assim, o teu pai, que apesar de confiar mais do que tudo em Sorttys e o amor acima de todos, nomeou Gilgamesh para seu ministro. Foi aí que Sorttys se revoltou. Apercebeu-se que nunca teria qualquer poder sobre esta terra apesar do teu pai seguir todos os seus conselhos. Uma noite, há um ano atrás, o castelo foi incendiado pelos os aliados que o teu tio tentou reunir desde que perdeu o cargo de ministro. Foi aí que o teu pai...morreu!
Uma lágrima escorreu pelo rosto branco de Slayra... Ainda não tinha ultrapassado a morte do marido e as saudades abundavam.
-Eu estava em reunião,a preparar a tua vinda para este mundo. A festa para te receber, escolher pessoas de confiança que te podiam trazer, tudo! Quando nos apercebemos que o castelo estava em chamas. Ordenei a todos os conselheiros e aos homens de Gilgamesh que tentassem evacuar o castelo enquanto iria ter com o teu pai para saber o que fazer. Corri para a sala do trono quando vi o teu tio a sair proferizando umas palavras:"A partir de hoje o meu nome é Sauron e o desta terra também!". Não fiquei surpreendida porque já esperava a sua revolta mas de repente lembrei-me do teu pai e entrei de rompante pela sala dentro. Ele estava junto à janela encoberto de sangue. Tinha um punhal no lugar do coração. Foi aí que percebi que ele ia morrer. Talvez tivesse algumas lágrimas no canto dos olhos porque o teu pai falou-me uma última vez: "Não chores! Lembra-te de Thirrin, ela precisa de ti ao seu lado. Traz-la e ajuda-a a trazer paz a esta terra. Não deixes que o nome Sauron se torne seu dono! Promete-me que o farás!". Não respondi, apenas o olhei nos olhos e o beijei com todo o amor que ainda lhe tenho. Quando me ergui percebi que o inevitável tinha acontecido...
Bem, qual será a reacção de Thirrin após saber o que aconteceu a seu pai? Após saber que fora o seu próprio tio que o matara?
Os seus passos calcavam as folhas caídas das árvores que por ali se encontravam. Não faziam muito barulho, apenas o suficiente para se saber que ali passava alguém. Ambas estavam em silêncio, tal como quando a mãe decidira mostrar à filha aquilo que iriam ter que ultrapassar. Parecia que tinham feito um pré-acordo para não pensarem sequer mas a curiosidade de Thirrin nunca cumpriria esse acordo:
-Mãe...-calou-se,não sabia como abordar o assunto mas finalmente as palavras surgiram-lhe entre os lábios finos-foi por causa disto que o pai morreu?
Slayra parecia já esperar essa pergunta pelo que teve resposta imediata:
-Sim, Thirrin. Parece que chegou a altura de te contar a história de Alariya.
Procurou um terreno macio onde se sentar, afastou as folhas com o braço e, sentando-se, deu duas palmadinhas no chão ao seu lado como se mandasse a filha fazer o mesmo. Thirrin obedeceu esperando a resposta da mão. A sua curiosidade era tanto que nem sequer falava, não queria retardar a história que iria ouvir e assim ela começou:
-Há cerca de 2 séculos, na altura que o teu pai nasceu, uma senhora poderosa teve uma visão. Que esta terra iria ser destruída por alguém igualmente poderoso, alguém muito chegado ao rei. Nunca soubemos quem seria mas sempre calculamos que fosse Sorttys, o irmão mais novo do teu pai, pois apenas tinham poucos minutos de nascença entre eles o que o fez perder o direito directo ao trono. Assim os tempos passaram e sempre estivemos atentos ao seu comportamento mas nada faria prever que seria ele a destruir o nosso mundo. Um século e meio mais tarde, Diablo, o antigo ministro, morreu devido a uma febre surpreendente. Tivemos que o substituir é claro... Assim, o teu pai, que apesar de confiar mais do que tudo em Sorttys e o amor acima de todos, nomeou Gilgamesh para seu ministro. Foi aí que Sorttys se revoltou. Apercebeu-se que nunca teria qualquer poder sobre esta terra apesar do teu pai seguir todos os seus conselhos. Uma noite, há um ano atrás, o castelo foi incendiado pelos os aliados que o teu tio tentou reunir desde que perdeu o cargo de ministro. Foi aí que o teu pai...morreu!
Uma lágrima escorreu pelo rosto branco de Slayra... Ainda não tinha ultrapassado a morte do marido e as saudades abundavam.
-Eu estava em reunião,a preparar a tua vinda para este mundo. A festa para te receber, escolher pessoas de confiança que te podiam trazer, tudo! Quando nos apercebemos que o castelo estava em chamas. Ordenei a todos os conselheiros e aos homens de Gilgamesh que tentassem evacuar o castelo enquanto iria ter com o teu pai para saber o que fazer. Corri para a sala do trono quando vi o teu tio a sair proferizando umas palavras:"A partir de hoje o meu nome é Sauron e o desta terra também!". Não fiquei surpreendida porque já esperava a sua revolta mas de repente lembrei-me do teu pai e entrei de rompante pela sala dentro. Ele estava junto à janela encoberto de sangue. Tinha um punhal no lugar do coração. Foi aí que percebi que ele ia morrer. Talvez tivesse algumas lágrimas no canto dos olhos porque o teu pai falou-me uma última vez: "Não chores! Lembra-te de Thirrin, ela precisa de ti ao seu lado. Traz-la e ajuda-a a trazer paz a esta terra. Não deixes que o nome Sauron se torne seu dono! Promete-me que o farás!". Não respondi, apenas o olhei nos olhos e o beijei com todo o amor que ainda lhe tenho. Quando me ergui percebi que o inevitável tinha acontecido...
Bem, qual será a reacção de Thirrin após saber o que aconteceu a seu pai? Após saber que fora o seu próprio tio que o matara?
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Slayra retirara a mão dos ombros da filha. Avanço uns passos, não mais do que cinco... Apenas para se poder libertar do que a rodeava. Permaneceram em silêncio. Thirrin perguntava-se porque é que a mãe a guiara até ali, que teria aquele lugar de especial.
-Mãe-chamou baixinho.
Slayra não respondera, o que provocou outro silêncio mas mais pesado. Parecia que alguma coisa grave tinha acontecido.
-Mãe-tornou a chamar.
Mais uma vez a mãe não respondeu, limitou-se a estender a mão e apontar em frente.
Só agora Thirrin se tinha apercebido do local onde se encontrava. Junto à margem de um rio. Mas não parecia um rio normal, era como uma fronteira entre o bem e o mal. Na outra margem do rio não se conseguia distinguir luz alguma, estava tudo escuro, parecia noite. As plantas, algumas, estavam queimadas, outras, já nem tentavam sobreviver... Não havia rasto de animal algum, nem um pequeno insecto que fosse. Aquela margem era arrepiante, parecia que ali não havia vida. Toda aquela escuridão constratava com a margem onde elas se encontravam.
-Como é possível?-perguntava-se Thirrin a si mesmo.-Mãe- voltou ela a chamar uma terceira vez.
A mãe levou o indicador aos lábios em tom de silêncio. Agarrou-lhe o braço e voltaram juntas para a clareira.
Mas afinal o que era aquilo? O que é que a mãe lhe tinha mostrado e porquê? Bem, Frankie, deixaste-me à espera do teu post por isso já sabes...Papoila vais ter que ficar à espera.. =P Beijinhos a todos e comentem.
-Mãe-chamou baixinho.
Slayra não respondera, o que provocou outro silêncio mas mais pesado. Parecia que alguma coisa grave tinha acontecido.
-Mãe-tornou a chamar.
Mais uma vez a mãe não respondeu, limitou-se a estender a mão e apontar em frente.
Só agora Thirrin se tinha apercebido do local onde se encontrava. Junto à margem de um rio. Mas não parecia um rio normal, era como uma fronteira entre o bem e o mal. Na outra margem do rio não se conseguia distinguir luz alguma, estava tudo escuro, parecia noite. As plantas, algumas, estavam queimadas, outras, já nem tentavam sobreviver... Não havia rasto de animal algum, nem um pequeno insecto que fosse. Aquela margem era arrepiante, parecia que ali não havia vida. Toda aquela escuridão constratava com a margem onde elas se encontravam.
-Como é possível?-perguntava-se Thirrin a si mesmo.-Mãe- voltou ela a chamar uma terceira vez.
A mãe levou o indicador aos lábios em tom de silêncio. Agarrou-lhe o braço e voltaram juntas para a clareira.
Mas afinal o que era aquilo? O que é que a mãe lhe tinha mostrado e porquê? Bem, Frankie, deixaste-me à espera do teu post por isso já sabes...Papoila vais ter que ficar à espera.. =P Beijinhos a todos e comentem.
sábado, 12 de julho de 2008
UM OLHAR AZUL
Apetece-me chorar...
E percorrer as lágrimas.
Fugir pelo mundo para alcançar uma meta.
Saltar, mergulhar num sonho desprovido,
Num sonho desencantado mas que me encanta.
Fazendo-me sentir,
Fazendo-me suspirar;
Os suspiros de uma noite sem dormir,
Em que não sei o que fazer,
Em que não sei o que sentir...
Imagens reflectem-me no meu pensamento!
Uns olhos azuis que me penetram na mente.
Só quero parar de os ver,
Mas ao mesmo tempo só os desejo agarrar.
É nisto que penso antes de adormecer,
É nisto que reflicto antes de dormir...
Antes de me entregar a um mundo mágico,
Em que apenas existo eu e os meus pensamentos,
Quero voltar a correr e a mergulhar
Num oceano de amor,
Num mar de carinho,...
Mas não quero voltar ao passado:
Suspirando pelo mal
E pelo sofrimento!
Apenas coexistir com aquele olhar a que me entrego
E que a mais nada me quero entregar...
Dedicado:….
Data:28Dezembro (22.11)
Sentimento:com o coração a doer :s
MSN: todos on-line (milagre!!!)
Música:”No woman,no cry”,Bob Marley
Acção:com o João a olhar para o meu pc xD
Bem, ao fim de mais de um mês sem postar, por causa dos exames, volto cá. Desta vez deixo-vos um poema. O único poema que fiz com alguém a olhar para "mim", pelo menos a olhar para aquilo que estava a escrever... Acho que não é dos melhores mas com a timidez foi o que saiu. Apreciem e esperem porque em breve (mesmo em breve) sai mais um capítulo da minha história. Aguenta a curiosidade Francisca! =P Beijinhos a todos! =)
E percorrer as lágrimas.
Fugir pelo mundo para alcançar uma meta.
Saltar, mergulhar num sonho desprovido,
Num sonho desencantado mas que me encanta.
Fazendo-me sentir,
Fazendo-me suspirar;
Os suspiros de uma noite sem dormir,
Em que não sei o que fazer,
Em que não sei o que sentir...
Imagens reflectem-me no meu pensamento!
Uns olhos azuis que me penetram na mente.
Só quero parar de os ver,
Mas ao mesmo tempo só os desejo agarrar.
É nisto que penso antes de adormecer,
É nisto que reflicto antes de dormir...
Antes de me entregar a um mundo mágico,
Em que apenas existo eu e os meus pensamentos,
Quero voltar a correr e a mergulhar
Num oceano de amor,
Num mar de carinho,...
Mas não quero voltar ao passado:
Suspirando pelo mal
E pelo sofrimento!
Apenas coexistir com aquele olhar a que me entrego
E que a mais nada me quero entregar...
Dedicado:….
Data:28Dezembro (22.11)
Sentimento:com o coração a doer :s
MSN: todos on-line (milagre!!!)
Música:”No woman,no cry”,Bob Marley
Acção:com o João a olhar para o meu pc xD
Bem, ao fim de mais de um mês sem postar, por causa dos exames, volto cá. Desta vez deixo-vos um poema. O único poema que fiz com alguém a olhar para "mim", pelo menos a olhar para aquilo que estava a escrever... Acho que não é dos melhores mas com a timidez foi o que saiu. Apreciem e esperem porque em breve (mesmo em breve) sai mais um capítulo da minha história. Aguenta a curiosidade Francisca! =P Beijinhos a todos! =)
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Parabéns Frankie

Pois,parece que a nossa menina hoje fez aninhos. Por isso aqui vai: Todos nós deixamos um poema e uma mensagem de cada um para que saibas que podes sempre contar connosco e que és uma pessoa única que nos irá preencher o coração para o todo o sempre! =) Aproveita esse 23 anos Francisquinha! ;)
PS: Estás a ficar velhinha! =P
Mergulhada na escuridão do vestido
Uma mulher sonha com a felicidade.
Da sua boca sai um sorriso,
Do seu olhar um brilho especial.
Um olhar escuro, que toma todos os seus sentidos
E em que somos aprisionados!
Tem carinho para partilhar,
Tem carinho para receber
Pois ela sabe que todos aqui estamos.
Uns perto, outros longe!
Mas sempre aqui,
Para consertar o sorriso
E matar as lágrimas.
Porque a amizade nela...
É especial!
"A Francisca é deliciosamente violenta!" Miguel
"Mistura perfeita:uma violenta e um masoquista!" João
"Uma mulher sonhadora com muito para dar..." Alexandra
"Desde os 5 o martírio continua...Argrrrrrh!" Rui
"A Francisca é a minha mana que sempre me apoiou e um ser humano fantástico..." Ricardo
"Digam o que disserem o que conta é mesmo esse rabinho!!! :P " Raquel
"Irei recordar com carinho o tempo que passamos e que iremos passar juntas:apesar de te conhecer à pouco tempo, tomei a liberdade de dizer que te ADORUH!" Estela
"A Francisca é a mulher mais bonita e forte que eu conheço: Amo-te maninha!" Leonor
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Thirrin finalmente pousara os pés. Não sabia onde estava porque nem sequer o som o denunciava. Tinha medo de abrir os olhos mas por fim os abriu. Abriu a boca mas rapidamente a tapou com a mão direita. Nunca tinha visto nada assim. Estava num clareira que era suficientemente grande para estarem lá centenas de elfos, de orelhas pontiagudas, a espreitarem de todos os lados: sentados em ramos, acocorados junto dos arbustos, de pé, no chão... Formavam um círculo à volta da enorme clareira, parecendo esperá-la. Também os animais não saiam dos círculos. Entre cervos galantes, coelhos brancos, passáros quietos, e tantos outros animais, nada se mexia nem nada cantava ou falava, nem mesmo os pássaros. E essa era a razão do silêncio que experimentara quando chegara àquele lugar.
De repente, sentiu algo mexer-se na sua frente. Do meio de 2 elfos, saiu uma mulher elegante. Estava vestida de preto. O vestido era enorme mas simples, como um manto. Fazia um decote em bico e tinha uma gola como os pequenos rapazes usavam antigamente, revirada para cima. O vestido era ainda composto por uma cauda que o fazia ainda mais elegante. A mulher tinha os cabelos curtos e os olhos expressos (ambos muito escuros, quase negros) mas a pele era clara como a neve. Era linda! Podia parecer estranha à primeira vista mas quem se atrevia a a deitar-lhe um segundo olhar não poderia negar a sua beleza.
Thirrin tornou a fazer sinal de admiração mas quando recuperou correu, com lágrimas nos olhos, não parou até encontrar lugar nos ombros da sua mãe. A mãe afagou-a e deixou-a estar-se até perceber que as saudades tinham finalmente morrido. A mãe sorriu-lhe e ela retribuiu-lhe o sorriso. Sentiu a mãe pegar-lhe na mão e dizer-lhe:
-Anda!-disse num tom melodioso.
Olhou para trás. Procurava Aewyre. A princípio não o encontrou mas numa segunda passagem de olhares encontrou-o. Ele fez-lhe sinal para que a seguisse e ela assim o fez.
Mas onde a levaria a mãe? E para quê? Bem, já nem é preciso dizer mas só vão dizer isso daqui a uns diazinhas! ;)
sábado, 10 de maio de 2008
Aewyre estendeu a mão para pegar na de Thirrin enquanto se levantava.
-Anda!-foram as palavras dele-Já te mostro como.
Thirrin olhou inquietada para o rosto daquele rapaz que conhecia feitas poucas horas. Acenou levemente com a cabeça e deixou-se levar. Calmamente Aewyre conduziu-a através das escadas até uma porta com desenhos gravados na madeira. Representavam uma jovem elfo a andar no baloiço de uma árvore. Ao longe viam-se as montanhas e o sol que se punha. O rapaz dos olhos escuros empurrou-a. Largou a mão dela e dirigiu-se à janela. Pouco se via mas após ele ter aberto as cortinadas azuladas uma bela sala os rodeou.
Thirrin levou a mão à boca. A sala era linda e enorme! As paredes estavam cobertas por imensos livros, tantos que se perdia a conta ao número que ali havia, o candeeiro era feito de cristal e brilhava com a luz do luar que ali se reflectia. No meio encontrava-se um pequeno altar que se elevava do chão. Era redondo tal como a mesa que ali havia. O jovem tornou a chegar perto da sua rainha e envolveu-lhe os ombros puxando-a para o altar. Ela reparou num espelho de oiro que estava poisado. Estava rodeado de rosas também doiradas e tinha uma frase. Ela não percebia bem que sítio era aquele. Ele sorriu-lhe. E sussurrou:
-Vês este espelho? É mágico!
Thirrin já não se surpreendia com estas palavras, já tinha decidido deixar-se levar sem se interrogar. As informações eram tantas de que outra maneira seria completamente impossível não se tornar louca.
-Para irmos ter com a tua mãe precisamos de dizer esta frase.-disse enquanto passava o dedo pelas letras doiradas.
"SO NOSSHO MARTOM O DUNMO LERA"
-Os nossho martom o dunmo lera!-disse ela.Esperou mas...nada aconteceu.
Ficou calada a olhar para ele. Ele riu-se baixinho.
-Já sabia! Para funcionar tens que acreditar.
-Acreditar?-perguntou ela como uma menina pequenina.
-Sim, acreditar! Na magia e...nos teus sonhos! Acredita que eles se podem tornam reais... e funcionará.
Ela fechou os olhos e tentou acreditar. Tinha que acreditar. Tinha que encontrar a mãe e sabia que ia estar com ela. Com estes pensamentos em mente tornou a dizer a frase mas desta vez sem abrir os olhos. Continuou sem sentir nada, parecia que o rapaz estava a brincar com ela. mas ela queria tanto ver a mãe... queria tanto estar ao pé dela. De repente sentiu algo puxá-la para baixo. Parecia água. Mas não se sentia molhada. Apenas leve. Poucos segundos depois sentiu-se cair com toda a força num chão abaixo dela. Deixou os olhos fechados. Tinha medo que aquilo fosse apenas um sonho e estivesse na sua cama e o que sentia era simplesmente o colchão. Mas quando abriu os olhos...
Bem, e como a Francisca me chama mázinha eu vou-lhe aguçar mais o apetite. O resto da história só saíra daqui a uns diazinhos... ;)
sábado, 26 de abril de 2008
Novamente Aewyre desatou às gargalhadas. Achava piada à curiosidade genuína e infantil de Thirrin.
-Pois bem, já que queres tanto saber... Nunca estranhaste nunca terem encontrado os corpos dos teus pais?
A jovem ficou em choque. Não estava à espera que aquele assunto fosse trazido à baila e muito menos que ele soubesse dos seus pais. Era verdade que os pais tinham morrido num naufrágio sem nunca se ter encontrado os corpos mas já tinham passado tantos anos que ela acabara por aceitar a ideia, no fundo ainda queria acreditar que eles estavam vivos.
Aewyre notou que aquela pergunta a perturbara mas mesmo assim continuou a falar, não sem antes lhe agarrar a mão para a tentar confortar.
-Bem... os teus pais ainda estão vivos. Quer dizer, pelo menos a tua mãe ainda está.
Thirrin sentiu o seu corpo congelar. Não era possível. Era certo que a esperança estava lá mas já havia passado tanto tempo. Seria mesmo verdade? Ela queria saber tudo.
-Mas...Como? Porque é que não voltarão para casa? O que aconteceu?-as perguntas vindas dos lábios de Thirrin atrapalhavam-se umas às outras com a pressa que ela tinha para saber dos seus pais.
Aewyre fez sinal para que ela se acalmasse e continuou a história.
-Eles não podiam voltar a casa, eram precisos no mundo deles.
-No mundo deles?- a sombrancelha dela demonstrava a dúvida que ela sentia no momento, ainda mais do que quando soubera que os elfos existiam.
-Sim. Eles pertencem a Alagaësia. São elfos. E também são os governantes do nosso mundo. Por isso, agora, após a morte do teu pai isso faz de ti...
-Rainha de Alagaësia.-respondeu Thirrin sem esperar que o jovem terminasse a frase.
-Exacto! Agora és a nossa rainha. E precisamos de ir para o teu reino.
-Como?-perguntou instantaneamente. Aquilo ainda lhe parecia um sonho. Num momento era uma adolescente cheia de problemas e no momento seguinte já era rainha de um mundo inteiro. Ainda tentava acreditar naquilo...Mas naquele momento, mais do que tudo, queria era voltar a encontrar a mãe mas ainda não sabia como ir até ao seu novo mundo.
E vocês também não saberão... Quer dizer, só saberão daqui a uns dias! ;)
-Pois bem, já que queres tanto saber... Nunca estranhaste nunca terem encontrado os corpos dos teus pais?
A jovem ficou em choque. Não estava à espera que aquele assunto fosse trazido à baila e muito menos que ele soubesse dos seus pais. Era verdade que os pais tinham morrido num naufrágio sem nunca se ter encontrado os corpos mas já tinham passado tantos anos que ela acabara por aceitar a ideia, no fundo ainda queria acreditar que eles estavam vivos.
Aewyre notou que aquela pergunta a perturbara mas mesmo assim continuou a falar, não sem antes lhe agarrar a mão para a tentar confortar.
-Bem... os teus pais ainda estão vivos. Quer dizer, pelo menos a tua mãe ainda está.
Thirrin sentiu o seu corpo congelar. Não era possível. Era certo que a esperança estava lá mas já havia passado tanto tempo. Seria mesmo verdade? Ela queria saber tudo.
-Mas...Como? Porque é que não voltarão para casa? O que aconteceu?-as perguntas vindas dos lábios de Thirrin atrapalhavam-se umas às outras com a pressa que ela tinha para saber dos seus pais.
Aewyre fez sinal para que ela se acalmasse e continuou a história.
-Eles não podiam voltar a casa, eram precisos no mundo deles.
-No mundo deles?- a sombrancelha dela demonstrava a dúvida que ela sentia no momento, ainda mais do que quando soubera que os elfos existiam.
-Sim. Eles pertencem a Alagaësia. São elfos. E também são os governantes do nosso mundo. Por isso, agora, após a morte do teu pai isso faz de ti...
-Rainha de Alagaësia.-respondeu Thirrin sem esperar que o jovem terminasse a frase.
-Exacto! Agora és a nossa rainha. E precisamos de ir para o teu reino.
-Como?-perguntou instantaneamente. Aquilo ainda lhe parecia um sonho. Num momento era uma adolescente cheia de problemas e no momento seguinte já era rainha de um mundo inteiro. Ainda tentava acreditar naquilo...Mas naquele momento, mais do que tudo, queria era voltar a encontrar a mãe mas ainda não sabia como ir até ao seu novo mundo.
E vocês também não saberão... Quer dizer, só saberão daqui a uns dias! ;)
domingo, 13 de abril de 2008
-Então? Vais-me dizer quem és? E que sítio é este?-palavras confusas soltavam-se da boca de Thirrin.
O estranho soltou o lenço do pescoço e colocou-o nas costas de uma das cadeiras que rodeava a velha mesa de madeira. Sentou-se e suspirou.
A jovem continuava a olhar para ele com ansiedade, ansiosa por saber o que estava a passar.
-Vejo que estás curiosa.-sorriu o rapaz-Pois bem,vou apresentar-me. Chamo-me Aewyre. Esta casa era dos meus progenitores. Estou aqui porque precisamos de ti.
-Quem precisa de mim?- é a resposta perspicaz que a rapariga faz.
-Alagaësia.
Thirrin esbugalha os olhos:
-Ala...quem?
-Alagaësia.-e Aewyre desata às gargalhadas-Tem calma que já te explico.
-Pronto, está bem. Continua.-diz enquanto estica a mão como o mandasse continuar.
-Alagaësia é uma terra de elfos.
-Elfos?
-Tem calma! Primeiro deixa-me contar a história e depois tiras todas as dúvidas senão nunca mais saímos daqui.Como estava a dizer Alagaësia é uma terra de elfos, ou melhor, o mundo dos elfos. Acontece que o nosso regente morreu mas deixou um herdeiro. Precisamos que esse herdeiro suba ao trono até porque estamos a enfrentar Sauron que quer conquistar o nosso mundo.-Thirrin puxa uma cadeira para si. Estava a começar a ficar interessada.-A única maneira de o derrotar é juntar todas as partes de algo que Brom deixou ficar espalhado pelo nosso mundo. Mas acontece que não sabemos que objecto é este. Brom era um dos nossos maiores espiões nas tropas de Sauron mas morreu assassinado quando nos tentava estregar tal objecto.
Aewyre fez uma pausa limpando o suor da testa.
-Estás a dizer disparates... os elfos não existem. - Foram as palavras de Thirrin enquanto agitava a mão em tom de zombaria.
-Existem sim.
-Nunca se viu nenhum. - Ela não estava pronta para acreditar, estava visto.
-Acreditas em Deus não acreditas? Mas já o viste? - O argumento dele era bom.
-Isso não tem nada a ver!
-Não terá mesmo? - os olhos dele brilhavam como se soubesse que estava prestes a convênce-la. Calaram-se e isso provava que ele estava certo.
-Mesmo que existam... O que tenho eu a ver com isso?-perguntou Thirrin aproveitando aquele silêncio.
(Essa informação fica para a 4ª parte da nossa história... )
quinta-feira, 3 de abril de 2008
O rapaz levou o dedo aos lábios pedindo silêncio. Thirrin olhou-o estranhamente não compreendendo o que aquele belo homem lhe desejava. Este agarrou-lhe a mão enquanto pedia que o seguisse.
-Mas...-tentou Thirrin começar.
Ele fez novamente um gesto que a fez calar-se. Estava meia confusa mas deixou-se levar. "Onde será que ele a levaria? Que quereria dela?" Eram perguntas que lhe rolavam nos pensamentos mas sem conseguir achar uma resposta.
Saíram daquele prédio antigo a que davam o nome de livraria fazendo a porta tocar o pequeno sino que se encontrava perante ela.Ele puxava-a e ela tinha que correr para o acompanhar. Que era aquilo? Parecia que estavam a fugir de alguém. Que estava a acontecer? Por fim ele virou à esquerda entrando num beco escuro. Parou em frente à parede de madeira que bloqueava a saída daquele beco. Finalmente largou-lhe a mão. Enquanto ela olhava para a vermilhão que ficara e esfregava para que a impressão de aperto lhe apertava ainda, tentou pronunciar-se.
-Não! Ainda não. Espera só mais um pouco.
Empurrou uma porta que se encontrava à esquerda e fez-lhe um gesto para que entrasse. A medo avançou. Era uma casa antiga mas bem conservada. Tinha um ar quente e abafado mas tudo se encontrava em ordem. Mas afinal que lugar era aquele? E aquele rapaz? Porque a trouxera até ali?
(Isso é o que ela só vai saber quando eu voltar a escrever! )
quinta-feira, 20 de março de 2008
Uma batalha de elfos
Ela percorria o corredor que dividia aquelas 2 estantes cheias de livros. Não sabia qual escolher mas pegava num e noutro,folheando-os e tentando viajar através dos sonhos.
"Aquela praia era de um azul forte mas sereno ao mesmo tempo. Quem olhava não sabia o poder que aquela água exercicia sobre ela."
Esta frase fez-la navegar pela praia que frequentava enquanto pequena.Tinha talvez 6,7 anos. Bem,não interessava. O que lhe importava era as recordações que lhe vinham à memória,as brincadeiras e as gargalhadas que largava sempre que uma onda lhe salpicava o rosto branco como a areia em que brincava. Àgua fresca que lhe acalmava o calor tórrido do Verão de infância. Era tão bom recordar aqueles momentos felizes. De repente sentira uma mão pousada no seu ombro. Deu um pequeno salto com o susto mas depressa essa sensação lhe passou. Voltou-se. Viu uma figura não muito alta e de estrutura franzina. Vestia um casaco de ganga e um lenço vermelho que lhe envolvia o pescoço. Não o conhecia. Que quereria ele?,questionava-se.
(Bem,isso é o que vocês saberão quando eu voltar a escrever. )
sábado, 15 de março de 2008
Os meus neopets ^^
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Bruce
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Chia
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Cybunny
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Uma história real
Estou sozinha nesta torre... Não vejo ninguém! Não vejo nada! Só escuridão! Onde está toda agente? Onde está a vida? Vejo uma luz ao longe. Uma figura recorta-se nesse raio de sol. Uma figura humana. Serás tu? Espero que sim!Mas de repente, sinto uma mão sobre o meu ombro. Viro-me lentamente. É um anjo! Nunca tinha visto nenhum! É belo! Longos cabelos doirados descem-lhe em cascata pelo ombro; tem uns olhos cor de mar, um olhar doce e sonhador como quem não tem preocupações; a sua boca encarnada sorri suavemente e está pronta a morder como quem beija; duas asas brancas como gelo, que lhe adornam as costas estilizadas, parecem chegar ao céu.Agarra-me pela cintura, sussura-me ao ouvido que me veio buscar para partirmos para o outro mundo. Isto parece ser mau demais! Choro! Não quero partir sem ti! És o único que amo! Sem ti estarei perdida! Aquela criatura de Deus seca as minhas lágrimas e com a sua voz serena diz-me que nem todas as despedidas devem causar dor e que está é muito especial pois eu não sei quem ele é na realidade. É então que abro os meus verdes olhos que até esse instante se tinham fechado. Na verdade nenhum anjo se encontra perante mim, no lugar daquele ser encontra-se uma criatura que mataria de medo qualquer mortal mas não a mim! Em vez disso dirijo o meu olhar às pedras do chão e, com as faces rubras por não o ter reconhecido, faço uma vénia."-Estás então pronta a partir?"-pergunta-me.Como resposta coloco a minha mão sobre a sua. Ele sorri e faz aparecer um fogo ardente e escaldante. Olho para trás uma última vez antes de entrar: Vejo que aquela silhueta era realmente tua. Vejo os teus lábios a moverem-se mas não oiço o que dizem. Talvez porque estou ocupada demais a entrar no meu reino na companhia do meu mestre, o SENHOR DAS TREVAS...
domingo, 27 de janeiro de 2008

Pois bem, esta foi a carta que escrevi ao Ângelo para quue fosse meu padrinho de baptismo =) E eu ele aceitou =D
Notas flutuam no horizonte
Chamando por nós...
São suas ternas mãos que nos fazem descobrir um novo mundo!
Um mundo sem mágoa,
Um mundo feliz.
A alegria com que nos faz adormecer,
A bondade que nos oferece nos acordes
Não são apenas uma fantasia!
São a polvorosa realidade que o rodeia...
E que faz parte de tal encantada criatura.
As lágrimas correm pela minha face
Mas ele obriga um sorriso a surgir na sombra.
Não deixa a infelicidade penetrar neste espaço.
O espaço do enorme coração que tem...
Um coração onde toda a gente tem um canto,
Um coração apaixonado pelos amigos...
E sei que tambem faço parte dele!
Olho nos seus escuros olhos.
Lá no fundo vejo que é um anjo disfaçado de humano.
Um anjo que veio para nos salvar dos erros,
Um anjo que e um anjo,
Um anjo a quem adoro!
Obrigado por tudo padrinho! =)
Chamando por nós...
São suas ternas mãos que nos fazem descobrir um novo mundo!
Um mundo sem mágoa,
Um mundo feliz.
A alegria com que nos faz adormecer,
A bondade que nos oferece nos acordes
Não são apenas uma fantasia!
São a polvorosa realidade que o rodeia...
E que faz parte de tal encantada criatura.
As lágrimas correm pela minha face
Mas ele obriga um sorriso a surgir na sombra.
Não deixa a infelicidade penetrar neste espaço.
O espaço do enorme coração que tem...
Um coração onde toda a gente tem um canto,
Um coração apaixonado pelos amigos...
E sei que tambem faço parte dele!
Olho nos seus escuros olhos.
Lá no fundo vejo que é um anjo disfaçado de humano.
Um anjo que veio para nos salvar dos erros,
Um anjo que e um anjo,
Um anjo a quem adoro!
Obrigado por tudo padrinho! =)
domingo, 13 de janeiro de 2008
Lágrimas e Sorrisos
Odeio-me!
Odeio-me com todas as forças...
Com todas as gotas de sangue que correm dentro de mim
E com todas as lágrimas que correm em minha branca face!
Odeio-me com todas as forças...
Com todas as gotas de sangue que correm dentro de mim
E com todas as lágrimas que correm em minha branca face!
Porque sou assim?
Porque são assim?
Porque me tratam assim?
Porque me tratam assim?
Eu não entendo!
Não sei se quero entender!
Só quero que esta dor passe...
Só quero que o desgosto se vá...
Porquê confiar numa pessoa se nos vais desiludir?
Porquê encontrar sonhos e esperanças para se transformarem em pesadelos?
Não!
Não quero sentir isto!
Não quero sentir nada!
Só quero que o passado volte e que eu o saiba aproveitar.
Tanto tempo passou...
Já não há volta atrás...
Pensei que sim!
Que o meu coração voltasse a sorrir,
Que as lágrimas salgadas dessem lugar a um sorriso doce.
Só quero ser feliz,
Ou pelo menos não ser infeliz.
Ser um simples humano.
Ou talvez especial...
Mas um humano que não sofra.
Porquê estas lagrimas se deitam?
Tenho desejo que parem!
Mas que o sangue corra,
Que a morte venha
E tudo desapareça.
Apenas os amigos fiquem.
Não junto a mim,
Mas por perto de meu negro caixão de morte.
Eu não sei o que fiz!
Não sei o que deixei de fazer!
Para merecer tal sorte...
Para merecer tal dor no coração...
Sinto a garganta fica sem ar,
Sinto o corpo a enfraquecer.
Só com vontade de ir e partir:
Definitivamente!
Para sempre!
Para nunca mais voltar...
Para lá estar:
Junto de meu amo.
Que de mim cuidará.
Só quero ficar junto a ele,
Arder em tal fogo ardente,
Transformar meus pesadelos em cinzas
E meu sonhos em fumos.
Parar de sonhar!
Parar de amar!
Parar de viver!
Ou apenas sobreviver...
Não percebo!
Não sei se quero perceber...
Apenas sei que quero desaparecer.
Para que ninguém sinta minha desilusão com o mundo,
Para que ninguém se preocupe comigo.
Mas porquê esta tristeza?
Porquê esta dor?
Porquê estas lágrimas?
Tenho que ter coragem para enfrentar o mundo.
E os que cá habitam,
E os que cá moram.
Sabendo que são iguais a mim,
Sabendo que me ajudarão,
Sabendo que cada um me amará à sua maneira,
Sabendo que farão secar estas amargas lágrimas
Não sei se quero entender!
Só quero que esta dor passe...
Só quero que o desgosto se vá...
Porquê confiar numa pessoa se nos vais desiludir?
Porquê encontrar sonhos e esperanças para se transformarem em pesadelos?
Não!
Não quero sentir isto!
Não quero sentir nada!
Só quero que o passado volte e que eu o saiba aproveitar.
Tanto tempo passou...
Já não há volta atrás...
Pensei que sim!
Que o meu coração voltasse a sorrir,
Que as lágrimas salgadas dessem lugar a um sorriso doce.
Só quero ser feliz,
Ou pelo menos não ser infeliz.
Ser um simples humano.
Ou talvez especial...
Mas um humano que não sofra.
Porquê estas lagrimas se deitam?
Tenho desejo que parem!
Mas que o sangue corra,
Que a morte venha
E tudo desapareça.
Apenas os amigos fiquem.
Não junto a mim,
Mas por perto de meu negro caixão de morte.
Eu não sei o que fiz!
Não sei o que deixei de fazer!
Para merecer tal sorte...
Para merecer tal dor no coração...
Sinto a garganta fica sem ar,
Sinto o corpo a enfraquecer.
Só com vontade de ir e partir:
Definitivamente!
Para sempre!
Para nunca mais voltar...
Para lá estar:
Junto de meu amo.
Que de mim cuidará.
Só quero ficar junto a ele,
Arder em tal fogo ardente,
Transformar meus pesadelos em cinzas
E meu sonhos em fumos.
Parar de sonhar!
Parar de amar!
Parar de viver!
Ou apenas sobreviver...
Não percebo!
Não sei se quero perceber...
Apenas sei que quero desaparecer.
Para que ninguém sinta minha desilusão com o mundo,
Para que ninguém se preocupe comigo.
Mas porquê esta tristeza?
Porquê esta dor?
Porquê estas lágrimas?
Tenho que ter coragem para enfrentar o mundo.
E os que cá habitam,
E os que cá moram.
Sabendo que são iguais a mim,
Sabendo que me ajudarão,
Sabendo que cada um me amará à sua maneira,
Sabendo que farão secar estas amargas lágrimas
De saudade de um tempo perdido,
De um tempo que não retonará,
De um tempo que foi eterno
De um tempo que foi eterno
Mas já passou.
Porque o presente é agora
Porque o presente é já
E não tenho tempo a perder.
Tenho que lutar!
Tenho que combater!
Tenho que sobreviver!
Não só agora mas para sempre.
Num tempo chamado infinito.
Mas que ninguém alcança.
Só apenas por um bocado que chega para termos sorrisos:
Sorrisos que nos rasgam as almas,
Sorrisos que nos desfazem as mágoas,
Porque o presente é já
E não tenho tempo a perder.
Tenho que lutar!
Tenho que combater!
Tenho que sobreviver!
Não só agora mas para sempre.
Num tempo chamado infinito.
Mas que ninguém alcança.
Só apenas por um bocado que chega para termos sorrisos:
Sorrisos que nos rasgam as almas,
Sorrisos que nos desfazem as mágoas,
Sorrisos que são sorrisos!
Sorrisos que mutilam os desgostos,
Sorrisos que mutilam os desgostos,
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